sábado, 30 de abril de 2011

Propaganda estimula jovens a beberem, diz estudo

São Paulo - Praias e festas com gente bonita e alegre bebendo são comuns em anúncios publicitários de cervejas. Essas cenas atraem os adolescentes e estão diretamente associadas ao consumo da bebida alcoólica por jovens entre 11 e 16 anos, que não teriam idade para ingerir esse tipo de produto. É o que mostra um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que acaba de ser publicado pelo periódico científico Revista de Saúde Pública.

A pesquisa também revelou que os jovens prestam muita atenção aos anúncios. E dizem acreditar que as propagandas retratam "apenas a verdade". Isso, segundo os pesquisadores, tem relação com o consumo precoce do álcool. "Os jovens já têm até uma marca preferida de cerveja", diz a psiquiatra e autora do estudo, Roberta Faria.

Vice-presidente da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), instituição que representa AmBev e Schincariol, entre outras indústrias, Rafael Sampaio contesta a pesquisa, mas admite que os fabricantes sabem que a publicidade tem influência sobre o consumo de cerveja por adolescentes. "Sabemos que há um ´vazamento´ do sinal além do público-alvo do produto", diz ele.

No estudo, 1.115 estudantes de 11 a 16 anos, dos 7°e 8º anos de três escolas de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, responderam a um questionário com mais de cem variáveis ligadas à ingestão de álcool - sendo o método por variáveis uma forma de investigação científica descrita na literatura médica. "A escolha da cidade foi baseada em informações do IBGE que indicam São Bernardo com um perfil socioeconômico parecido com o padrão nacional", explica Roberta.

Já a amostra (alunos dos 7º e 8º anos) foi determinada por dados do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas(Cebrid), de 2004, que indicam o início do consumo de álcool no Brasil, em média, aos 12,5 anos. "Não podemos atribuir o consumo de cerveja aos comerciais, mas a pesquisa aponta que eles estão associados ao ato", afirma a psicóloga e vice-presidente da Associação Brasileira dos Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), Ilana Pinsky.

Pais

Não só a propaganda está ligada à iniciação alcoólica, segundo o estudo. "Pouco controle dos pais e consumo de cigarro também aparecem diretamente associados", afirma Ilana, que coordenou o estudo. O consumo de cerveja foi menor no grupo de jovens que respondeu "dar satisfação aos pais" ao sair sem a companhia de parentes. "O jovem vai imitar o comportamento do adulto, está na fase de experimentação, da curiosidade", explica a psiquiatra e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria, Ana Cecília Marques. As informações são do Jornal da Tarde.

AE

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/estado/2011/04/29/propaganda-estimula-jovens-a-beberem-diz-estudo.jhtm

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Adolescentes Calvinistas orando pelas Adolescentes inglesas que são campeãs em bebedeiras, que contribuem para gravidezes inesperadas

Adolescentes inglesas são campeãs em bebedeiras, que contribuem para gravidezes inesperadas

Hilary White, correspondente em Roma

LONDRES, Inglaterra, 26 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um relatório feito pelo instituto inglês Demos, de tendência esquerdista, revelou que a cultura de bebedeira entre as adolescentes da Inglaterra é a pior do mundo ocidental. O relatório indica que o elevado índice de bebedeira vem contribuindo para os índices extremamente elevados da Inglaterra na área de atividade sexual fora do casamento e consequentes gravidezes inesperadas.

A percentagem de jovens inglesas de 16 a 24 anos que confessam o problema de bebedeira — definido como pelo menos seis tragos tomados sucessivamente — se elevou de 17 para 27 por cento nos dez anos passados.

“As adolescentes britânicas experimentam os piores índices de bebedeira, piores níveis de inatividade física e incidências mais frequentes de gravidez na adolescência do que suas colegas europeias”, disse o relatório.

De acordo com o relatório, “mais de uma de cada dez (11 por cento) [das adolescentes] disseram que haviam feito sexo sem camisinha e a mesma proporção (11 por cento) disse que havia feito sexo que mais tarde lamentou”, enquanto estavam bêbadas.

Os ministros governamentais que comentaram sobre as descobertas do relatório apontaram para o fato de que o período de tempo do aumento coincidiu diretamente com o relaxamento das leis de licença [de uso de álcool] provocado durante o governo trabalhista de Tony Blair. Muitos ingleses estão condenando publicamente a cultura de beber 24 horas por dia que, dizem alguns, está contribuindo para o aumento do índice de criminalidade e desordem social.

O relatório, intitulado “Olhando através do espelho: a autoestima das adolescentes é mais que superficial”, também revelou que as adolescentes da Inglaterra estão significativamente menos felizes do que os adolescentes do sexo masculino. “O dobro de meninas adolescentes, em comparação com rapazes adolescentes, sofre de ‘angústia na adolescência”, o relatório disse.

O relatório fez referências a vários estudos de diversas fontes com foco no “impacto do mundo comercial no bem-estar das crianças… na sexualização dos jovens… na segurança das crianças num mundo digital… e na comercialização e sexualização da infância”.

As adolescentes são menos felizes do que eram no ano passado, e essa infelicidade aumenta nos níveis socioeconômicos mais baixos. O estudo mostrou que as adolescentes “escolhem passar tempo com amigos em vez de com a família” e que elas “valorizam o telefone em sua mochila e os computadores em seu quarto mais do que qualquer outra coisa mais”.

A Inglaterra ocupa a classificação mais baixa no índice global do UNICEF da “sensação de bem-estar” dos jovens. O relatório disse que embora os adolescentes da Inglaterra “pudessem parecer felizes, há fortes bases para julgá-los como os adolescentes menos felizes no mundo desenvolvido”.

Uma proporção significativamente mais elevada de entrevistadas do sexo feminino, em comparação com os entrevistados do sexo masculino, também disse que estavam preocupadas com seu futuro emprego e sentiam-se ‘sempre estressadas’, com sua felicidade diminuindo à medida que vão ficando mais velhas.

Para ajudar, o relatório do Demos recomendou mais intervenção do governo na vida das famílias, inclusive os programas de trabalho social do “Início Certeiro” para crianças em idade pré-escolar, com base no “princípio do universalismo progressista” para o Estado assistencialista.

“O último governo trabalhista (1997–2010) estava muito ativo no desenvolvimento e discussão de uma política de juventude de orientação intervencionista… os ministros estavam seguros de que o Estado tem um papel ativo na provisão de serviços e na garantia das devidas intervenções quando a educação das crianças em casa sai errada”, disse o relatório.

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/british-girls-biggest-binge-drinkers-contributes-to-unintended-pregnancies

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Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2011/04/adolescentes-inglesas-sao-campeas-em.html

terça-feira, 26 de abril de 2011

Jovem que estuda música protege cérebro em idade avançada

As muitas horas dedicadas ao aprendizado de música trazem benefícios a longo prazo, mostra um estudo publicado na versão on-line do jornal "Neuropsychology", da Associação Americana de Psicologia.

A pesquisa indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais por muitos anos parecem formar uma proteção natural contra perdas cognitivas que costumam ocorrer durante a terceira idade.

Mesmo que essas pessoas tenham largado o instrumento em algum momento das suas vidas, a mente ainda se mostra afiada na idade avançada, se comparada àqueles que nunca aprenderam música.

Um grupo formado por 70 musicistas com idade entre 60 e 83 anos se submeteu a variados testes de memória e habilidade para captar informações novas, entre outras situações.

O resultado é que se saíram melhor nas provas quem tocou música durante nove e dez anos. O que sugere que quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro.

O piano ficou como o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos eram amadores e tinham em comum terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.

O estudo também considerou o preparo físico e o nível educacional dos participantes. E, o que chamou a atenção, é que havia igualmente a relação entre a capacidade cognitiva e os anos de atividade musical se os voluntários estavam ou não envolvidos com música atualmente.

A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e ações repetitivas.

Fonte: UOL

Jovens infelizes recorrem a sexo e drogas

Crianças insatisfeitas com a escola estão mais propensas a se envolver com bebidas, drogas e atividades sexuais. É o que diz uma pesquisa da Universidade John Moores, de Liverpool, na Inglaterra, liderada pelo professor Mark Bellis, do Departamento de Saúde Pública. O estudo avaliou mais de 3.500 jovens de 11 a 14 anos de idade, de 15 escolas do noroeste do país. Segundo Bellis, crianças com apenas 13 anos já apresentam comportamento de risco. Durante a pesquisa, foram avaliadas opiniões dos jovens sobre a vida escolar e em casa, com perguntas abrangendo satisfação com a aparência, relação com os pais e professores, envolvimento com regras, assertividade e remorso.
As conclusões mostraram que os jovens que não gostavam da escola tinham 2,5 vezes mais chances ter relações sexuais precoces. O risco de uso de álcool também era maior, segundo a pesquisa.

“Nossa pesquisa identifica que é provável que crianças que bebem e são sexualmente ativas estão infelizes com suas vidas na escola e em casa. Os riscos são doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência e acidentes ligados ao abuso do álcool”, alertou Bellis.

(Galileu)

Nota: Infelizmente, é o tipo de situação que gera problemas em cascata. Famílias que não dão apoio necessário aos filhos os “empurram” para comportamentos de risco. Esses filhos, por sua vez, também formarão famílias desestruturadas (isso se formarem família). E muitos em nosso país ainda se gabam de que temos “liberdade comportamental”, que somos um povo feliz e descontraído. Quer saber mais? Estudo realizado pelo Instituto Tendencias Digitales, sob encomenda do Grupo Diários América (GDA), com 13.349 pessoas, revelou alguns dados curiosos: o Brasil é o país em que homens e mulheres têm o maior número de parceiros sexuais da América Latina. E ainda: brasileiros são campeões de infidelidade e disfunção sexual e nosso país registra também o maior número de homossexuais e bissexuais. Anos atrás, li que mais da metade dos(as) brasileiros(as) se diz infeliz com sua vida sexual. Tem algo muito errado aí... Arrisco dizer que o problema está na família, na falta de estrutura e de uma religião/filosofia que apresente o lado belo do sexo e a responsabilidade que envolve esse assunto.[MB]

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2010/11/jovens-infelizes-recorrem-sexo-e-drogas.html

Sexualização precoce e seus efeitos nas meninas

Sexualização precoce e seus efeitos nas meninas


Em 2007, a Associação Americana de Psicologia publicou um relatório que liga a sexualização precoce a três dos problemas mais comuns de saúde mental de meninas e mulheres: transtornos alimentares, baixa autoestima e depressão. A moda destes últimos tempos tem contribuído grandemente para essa sexualização das meninas. Num artigo publicado no site da CNN, LZ Granderson denuncia essa tendência e destaca o disparate da rede Abercrombie & Fitch que lançou no mercado um sutiã do tipo push-up, “para meninas que, normalmente, são jovens demais para ter qualquer coisa para empurrar para cima”. Originalmente, o sutiã era vendido para meninas de sete anos, mas, após o protesto público, a Abercrombie & Fitch direcionou a peça para o público de 12. Leia aqui o artigo “Pais, não vistam suas filhas como prostitutas” (em inglês) e, depois, confira o estudo “Report of the APA Task Force on the Sexualization of Girls”.

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2011/04/sexualizacao-precoce-e-seus-efeitos-nas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed%3A+criacionista+%28Criacionista%29&utm_content=Twitter


Fatores que antecipam puberdade nas meninas

Um estudo divulgado pela revista americana Pediatrics na segunda-feira, 8 de agosto, revelou que a puberdade está ocorrendo cada dia mais cedo nas garotas. O desenvolvimento dos seios, por exemplo, tem começado em média entre os 7 e 8 anos. Segundo os pesquisadores, as causas mais prováveis são a alimentação rica em gordura, que estimula a produção dos hormônios, e a presença de substâncias químicas que imitam os efeitos do estrogênio no organismo das meninas. A pesquisa, liderada pelo Dr. Frank M. Biro, é a última de uma série de estudos que buscam descobrir por que as meninas estão se tornando adolescentes cada vez mais cedo e quais os efeitos que isso pode causar à sua saúde na vida adulta. A questão é motivo de preocupação, tanto por razões médicas quanto psicológicas. Alguns estudos sugerem que a puberdade precoce, medida a partir da primeira menstruação, pode aumentar ligeiramente o risco de câncer de mama, já que a garota passa a ter uma exposição prolongada a hormônios como estrogênio e progesterona, que podem estimular alguns tumores. [Leia mais]

Há outros fatores envolvidos como a ausência do pai: "Robert Matchock and Elizabeth Susman at Penn State University are convinced that pheromones are the mechanism whereby the presence of the biological father slows down the tempo of his daughter’s sexual development. They believe that this phenomenon is hardwired in our species, as it is in many other mammals, in order to decrease the likelihood of a father having sex with his daughter. 'Biological fathers send out inhibitory chemical signals to their daughters', says Matchock. 'In the absence of these signals, girls tend to sexually mature earlier'."

Leia o artigo sobre o livro Girls on the Edge.

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2010/08/fatores-que-antecipam-puberdade-nas.html